Manicure: Como surgiu essa profissão?


A arte de pintar as unhas dos pés e das mãos faz parte de um hábito que teve início há muito tempo, cerca de 4.000 anos a.C., na região da Babilônia.

A profissão de manicure nasceu com esse novo jeito de cuidar das unhas que, a propósito, não eram pintadas da maneira como conhecemos hoje. Elas eram enfeitadas, pasmem(!), com implantes de ouro maciço, o que chamava bastante atenção e pesava as mãos daqueles que queriam se diferenciar.

De lá para cá muita coisa mudou. A profissão tem grande representatividade no mercado de trabalho e uma consequência disso foi a criação do seu sindicato (o de empregados dos institutos de beleza) para assegurar seus direitos e coordenar interesses econômicos e profissionais.

Manicure é palavra que deriva do francês, mas tem origem no latim, sendo “mani” de “manus” (mãos) e “cure” de “curare” (curar, tratar). Aliás, falando em França, o serviço para pés e/ou mãos pode sair caro por lá. Se é pelo preço ou por uma cultura local, não sabemos, mas é comum ver francesas sem as unhas feitas. E, assim como nos Estados Unidos – outro país que oferece o serviço com preços exorbitantes -, são poucas as manicures que são, de fato, tão especializadas.

Há, no entanto, um mercado brasileiro de manicures bastante competente e aquecido em razão das brasileiras, que são preocupadas com a beleza e entendem que parte da apresentação da persona (personalidade que um indivíduo apresenta aos outros) está diretamente relacionado às unhas bem cuidadas e higienizadas. Essas profissionais além de deixarem as unhas lindas, são capazes de transformar a autoestima de qualquer mulher.

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